Livio Abramo -S/T - (1985) litografia 10/95
Artista Livio Abramo
Nome da Obra S/T
Técnica Litografia
Medida 50x70
Tiragem 10/95
Assinatura ACID - assinado no canto inferior dir
Biografia
Lívio Abramo (Araraquara SP 1903 - Assunção, Paraguai 1992). Gravador, ilustrador, desenhista. Muda-se para São Paulo, onde, em 1909, estuda desenho com Enrico Vio no Colégio Dante Alighieri. No início dos anos de 1920, faz ilustrações para pequenos jornais e entra em contato com a obra de Oswaldo Goeldi e de gravadores expressionistas alemães. Realiza as primeiras gravuras em 1926. No começo dos anos de 1930, influencia-se pela fase antropofágica de Tarsila do Amaral. Durante o governo Getúlio Vargas, filia-se ao Partido Comunista Brasileiro - PCB, do qual é expulso em 1932. É preso por motivos políticos por duas vezes. Ainda nessa época deixa de gravar para dedicar-se ao sindicalismo. Retornando à gravura em 1935, incorpora a temática social em seu trabalho. Em 1947, ilustra o livro Pelo Sertão, do escritor Afonso Arinos de Mello Franco, publicado em 1949 pela Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil. Com essa série de ilustrações, apresentadas no Salão Nacional de Belas Artes - SNBA, obtém o prêmio de viagem ao exterior. Segue para a Europa em 1951. Em Paris freqüenta o Atelier 17 aperfeiçoando-se em gravura em metal com Stanley William Hayter. De volta ao Brasil, em 1953, é premiado como o melhor gravador nacional na 2ª Bienal Internacional de São Paulo. Dá aulas de xilogravura na Escola de Artesanato do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. Foram seus alunos, entre outros, Maria Bonomi e Antonio Henrique Amaral. Funda o Estúdio Gravura, em 1960, com Maria Bonomi. Em 1962, é convidado pelo Itamaraty a integrar a Missão Cultural Brasil-Paraguai, posteriormente Centro de Estudos Brasileiros. Muda-se para o Paraguai e dirige até 1992, o Setor de Artes Plásticas e Visuais. É fundador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Paraguai. Comentário crítico
Lívio Abramo começa a estudar desenho com Enrico Vio em 1909. Com incentivo do professor segue a carreira artística, fazendo para pequenos jornais suas primeiras ilustrações, na década de 1920. Autodidata em gravura realiza, em 1926, suas obras, trabalhando, de forma rudimentar, com lâminas quebradas em pedaços de madeira e adquire pouco depois suas primeiras goivas. Em 1928 e 1929, faz gravuras em linóleo para o jornal Lo Spaghetto, em que retrata a vida operária em formas bastante simplificadas, ao estilo cubista. No fim da década, entra em contato com as gravuras de Oswaldo Goeldi e visita mostras de expressionistas alemães, que o afetam pela força e expressividade de sua arte, cheia de cor e de sentimento, manifestando o desejo de transformação que o artista procurava definir em seu trabalho. No início dos anos 1930, a obra de Lívio Abramo é bastante influenciada pelo movimento da antropofagia, apresentando formas largas e arrendondadas ao estilo de Tarsila do Amaral, com elementos paisagísticos estilizados e deformação dos personagens. No período varguista, ingressa na política e filia-se ao Partido Comunista Brasileiro - PCB, do qual é expulso em 1932, acusado de ser trotskista. Entra para o Partido Socialista Brasileiro - PSB no ano seguinte, torna-se amigo do crítico de arte Mário Pedrosa. Em 1931, começa a trabalhar no Diário da Noite como desenhista, mas suas charges, como Inundação no Canindé, ca.1932, são consideradas demasiado críticas, é então designado para o cargo de titulista da seção internacional, no qual permanece até 1962. Em paralelo, dedica-se ao sindicalismo. Em meados da década de 1930, incorpora a temática social a seus trabalhos, resultado também do engajamento político. Tanto nas obras da fase operária como nas que tiveram como tema as guerras, segue a linguagem expressionista, marcada pela dramaticidade e monumentalidade das cenas. Impressionado com a Guerra Civil Espanhola (1936-1939), realiza a série Espanha, 1938, com gravuras contundentes que revelam sua oposição ao conflito. Na década de 1940, conhece o alemão Adolphe Köhler, professor de gravura, que o auxilia a dar refinamento técnico ao trabalho, tanto no tratamento da madeira utilizada nas pranchas quanto no uso de buris mais sofisticados, raiados, que em um só golpe cortam a madeira em diversos cortes paralelos, produzindo matizes diferenciados e variados. Em 1947, ilustra o livro Pelo Sertão, de Afonso Arinos de Mello Franco, publicado pela Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil, com xilogravuras em papel-arroz. Por este trabalho, viaja para a região de caatinga de Minas Gerais e Bahia e lê Mário de Andrade e Euclides da Cunha. Afasta-se da estética expressionista e procura nova solução formal, mais despojada e sintética. O uso da madeira de topo permite mais delicadeza nos cortes, que, aliado a novos instrumentos, serve para expressar melhor seu conceito de luz, cor e forma da paisagem brasileira. Nos anos seguintes, inicia os desenhos, guaches e aquarelas da série Macumba, nos quais se nota o interesse em captar o ritmo e a dança. Realiza posteriormente xilogravuras sobre esse tema, que alcançaram mais intensidade, com a ampliação da sensualidade das linhas na alternância das áreas de luz e de densa sombra. Viaja para a Europa em 1951, com o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes. Freqüenta o ateliê de Stanley William Hayter e se aperfeiçoa em gravura em metal. Regressando da Europa, realiza as séries de gravuras Rio, ca.1953, Festa, ca.1954 e Mandala, ca.1955, de tendência abstratizante, nas quais cristaliza melhor sua linguagem gráfica, valorizada pela diversidade de tons e de texturas que articulam figuras e planos. Com a série Rio é premiado como o melhor gravador nacional na 2ª Bienal Internacional de São Paulo. Dá aulas de xilogravura na Escola de Artesanato do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP, e, em 1960, funda com Maria Bonomi o Estúdio Gravura. Em 1962, radica-se no Paraguai e trabalha na Missão Cultural Brasil-Paraguai, posteriormente Centro de Estudos Brasileiros. Nas gravuras da fase paraguaia, recria a paisagem do país, trabalhando com pontilhados e linhas que se aproximam da renda local, nhanduti, muito delicada. Intensifica-se a simplificação da forma, predominam os elementos horizontais e verticais, que dão um ritmo intenso, lírico e por vezes dramático a composições quase abstratas, em que o artista não perde o referencial visual, buscando traduzir a geometria das fachadas das casas e dos povoados. A produção de Lívio Abramo situa-se entre a figuração e a abstração. Seu engajamento ao programa modernista gradualmente é alterado pela abertura às vertentes não figurativas que começam a chegar ao Brasil após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O artista consegue conciliar, de maneira peculiar, esses dois conceitos opostos e, com refinamento técnico, apresenta em seu trabalho soluções formais de grande interesse estético.
Atualizado em 15/04/2009 Exposições Individuais 1944 - São Paulo - Individual, no Ateliê de Clóvis Graciano 1948 - Roma (Itália) - Individual, no Studio D'Arte Palma 1950 - São Paulo SP - Lívio Abramo: retrospectiva, no MAM/SP 1951 - São Paulo SP - Lívio Abramo: desenhos e aquarelas, na Galeria Domus 1955 - Montevidéu (Uruguai) - Lívio Abramo, no Salão Municipal de Montevidéu 1955 - São Paulo SP - Lívio Abramo: desenhos e gravuras, no MAM/SP 1956 - Assunção (Paraguai) - Individual, no Instituto Cultural Brasil-Paraguai 1956 - Buenos Aires (Argentina) - Lívio Abramo, gravuras e desenhos, na Galeria Bonino 1956 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, no Salón Municipal de Montevidéu 1957 - Rio de Janeiro RJ - Lívio Abramo: gravura, desenho e guache, no MAM/RJ 1960 - São Paulo SP - Lívio Abramo: desenhos e gravuras, no Centro Cultural Brasil-Israel 1967 - Assunção (Paraguai) - Lívio Abramo: retrospectiva de desenhos e gravuras, na Galeria da Missão Cultural Brasileira 1970 - São Paulo SP - Lívio Abramo: retrospectiva, na Galeria Ars Mobile 1972 - São Paulo SP - Lívio Abramo: retrospectiva, no MAM/SP 1974 - Assunção (Paraguai) - Lívio Abramo: gravuras e desenhos, na Galeria da Missão Cultural Brasileira 1974 - Bruxelas (Bélgica) - Lívio Abramo: gravura, no Palais Royal 1974 - Washington (Estados Unidos) - Individual, no Centro de Estudos Brasileiros 1976 - São Paulo SP - Lívio Abramo: retrospectiva, na Fundação Bienal 1977 - Assunção (Paraguai) - Lívio Abramo: gravuras e desenhos, na Galeria Sanos 1977 - Rio de Janeiro RJ - Lívio Abramo: retrospectiva, no MAM/RJ 1979 - Assunção (Paraguai) - Desenhos de Lívio Abramo, na Galeria Graphus 1982 - Assunção (Paraguai) - Desenhos de Lívio Abramo, na Galeria da Missão Cultural Brasileira 1983 - São Paulo SP - Individual, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade 1983 - São Paulo SP - Lívio Abramo: xilogravuras, no CCSP 1984 - São Paulo SP - Lívio Abramo: registros de um percurso, no MAM/SP 1986 - Assunção (Paraguai) - Lívio Abramo: aquarelas, no Centro de Estudos Brasileiros 1987 - Assunção (Paraguai) - Lívio Abramo: litogravura, gravuras e aquarelas, no Centro de Estudos Brasileiros 1989 - Cidade do México (México) - Os Frisos do Partenon, no Museo de Arte Moderno 1990 - Rio de Janeiro RJ - Lívio Abramo: xilogravuras, no MNBA 1990 - San José (Costa Rica) - Lívio Abramo: gravuras, na Embaixada do Brasil. 1990 - São Paulo SP - Lívio Abramo: xilogravuras, no Museu Lasar Segall 1991 - Porto Alegre RS - Lívio Abramo: xilogravuras, no Espaço Cultural BFB
Atualizado em 27/04/2005 Exposições Coletivas 1935 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Belas Artes 1935 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Belas Artes 1937 - São Paulo SP - 1º Salão de Maio, no Esplanada Hotel 1938 - São Paulo SP - 2º Salão de Maio, no Esplanada Hotel 1939 - São Paulo SP - 3º Salão de Maio, na Galeria Itá 1939 - São Paulo SP - 5º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia 1941 - São Paulo SP - 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias 1944 - Belo Horizonte MG - Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana 1944 - Londres (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Royal Academy of Arts 1944 - Norwich (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Norwich Castle and Museum 1944 - São Paulo SP - Exposição de Pintura Moderna Brasileira-Norte-Americana, na Galeria Prestes Maia 1945 - Baht (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Victory Art Gallery 1945 - Bristol (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, no Bristol City Museum & Art Gallery 1945 - Edimburgo (Escócia) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na National Gallery 1945 - Glasgow (Escócia) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Kelingrove Art Gallery 1945 - Manchester (Inglaterra) - Exhibition of Modern Brazilian Paintings, na Manchester Art Gallery 1945 - São Paulo SP - Galeria Domus: mostra inaugural, na Galeria Domus 1948 - Rio de Janeiro RJ - 54º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna , no MNBA - medalha de prata 1949 - Salvador BA - 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia 1950 - Rio de Janeiro RJ - 56º Salão Nacional de Belas Artes - Divisão Moderna, no MNBA - prêmio viagem ao exterior 1950 - Veneza (Itália) - 25ª Bienal de Veneza 1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon - sala especial 1952 - Feira de Santana BA - 1ª Exposição de Arte Moderna de Feira de Santana, no Banco Econômico 1952 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artistas Brasileiros, no MAM/RJ 1952 - Tóquio (Japão) - International Art Exhibition, no Mainich Newspapers 1952 - Veneza (Itália) - 26ª Bienal de Veneza 1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados - prêmio melhor gravador nacional 1954 - Genebra (Suíça) - Gravadores Brasileiros, no Museu Rath 1954 - Salvador BA - 4º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia 1954 - São Paulo SP - Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP 1954 - Veneza (Itália) - 27ª Bienal de Veneza 1955 - Lugano (Itália) - Incisioni e Disegni Brasiliani, na Villa Cianni 1955 - Salvador BA - 5º Salão Baiano de Belas Artes, no Belvedere da Sé 1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP 1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia 1956 - Roma (Itália) - Disegni di Aldemir Martins, Xilografie di Livio Abramo 1956 - São Paulo SP - 50 Anos de Paisagem Brasileira, no MAM/SP 1957 - São Paulo SP - 4ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP 1958 - Veneza (Itália) - 29ª Bienal de Veneza 1959 - Leverkusen (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1959 - Munique (Alemanha) - Arte Moderna Brasileira na Europa, no Kunsthaus 1959 - Rio de Janeiro RJ - 30 Anos de Arte Brasileira, na Galeria Macunaíma/Diretório Acadêmico da Escola Nacional de Belas Artes 1959 - Viena (Áustria) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 - Hamburgo (Alemanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 - Jerusalém (Israel) - 12 Artistas Brasileiros, no Bezalel Museum Jerusalen 1960 - Madri (Espanha) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 - Paris (França) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1960 - São Paulo SP - 12 Artistas Brasileiros, no Bezalel Museum Jerusalen 1960 - São Paulo SP - Coleção Leirner, na Galeria de Arte da Folha 1960 - Utrecht (Holanda) - Primeira Exposição Coletiva de Artistas Brasileiros na Europa 1961 - Rio de Janeiro RJ - O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana 1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho - sala especial 1961 - São Paulo SP - Ateliê Abramo Bonomi 1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP 1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - prêmio melhor gravador brasileiro 1965 - São Paulo SP - 8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1966 - Ribeirão Preto SP - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, na Escola de Artes Plásticas de Ribeirão Preto 1966 - São Paulo SP - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, no MAC/USP 1967 - Goiânia GO - Gravura Exposição Didática, no Museu Estadual Zoroastro Artiaga 1968 - Piracicaba SP - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, na Esalq/USP 1970 - Olinda PE - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC, no MAC/PE 1970 - Penápolis SP - 40 Gravuras Nacionais e Estrangeiras do Acervo do MAC 1970 - São Paulo SP - A Gravura Brasileira, no Paço das Artes 1971 - São Paulo SP - 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1972 - São Paulo SP - 2ª Exposição Internacional de Gravura, no MAM/USP 1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1974 - São Paulo SP - Mostra da Gravura Brasileira, na Fundação Bienal 1976 - São Paulo SP - Os Salões: da Família Artística Paulista, de Maio e do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo, no Museu Lasar Segall 1978 - São Paulo SP - A Arte e seus Processos: o papel como suporte, na Pinacoteca do Estado 1979 - São Paulo SP - 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1980 - Rio de Janeiro RJ - Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici 1981 - Belo Horizonte MG - Destaques Hilton de Gravura, no Palácio das Artes 1981 - Brasília DF - Destaques Hilton de Gravura, na ECT Galeria de Arte 1981 - Curitiba PR - Destaques Hilton de Gravura, na Casa da Gravura Solar do Barão 1981 - Florianópolis SC - Destaques Hilton de Gravura, no Museu de Arte de Santa Catarina 1981 - Porto Alegre RS - Destaques Hilton de Gravura, no Margs 1981 - Recife PE - Destaques Hilton de Gravura, no MAM/PE 1981 - Rio de Janeiro RJ - Destaques Hilton de Gravura, no MAM/RJ 1981 - Salvador BA - Destaques Hilton de Gravura, no Teatro Castro Alves 1981 - São Paulo SP - Destaques Hilton de Gravura, no MAM/SP 1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis 1982 - São Paulo SP - Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP 1982 - São Paulo SP - Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP 1982 - São Paulo SP - Seis Gravadores Expressionistas do Brasil: Segall, Goeldi, Abramo, Renina, Poty, Grassmann, no Museu Lasar Segall 1982 - São Paulo SP - Seis Gravadores Expressionistas do Brasil: Segall, Goeldi, Abramo, Renina, Poty, Grassmann, no Museu Lasar Segall 1983 - Olinda PE - 2ª Exposição da Coleção Abelardo Rodrigues de Artes Plásticas, no MAC/PE 1983 - Olinda PE - Exposição da Coleção Abelardo Rodrigues de Artes Plásticas, no MAC/PE 1983 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ 1984 - Curitiba PR - 6ª A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Casa Romário Martins 1984 - Curitiba PR - 6ª Gravuras da República Oriental do Paraguai, no Centro Cultural São Lourenço 1984 - Curitiba PR - 6ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba, na Fundação Cultural de Curitiba 1984 - Ourinhos SP - Homenagem a Arte da Gravura no Brasil, na Itaugaleria 1984 - Porto Alegre RS - Gravura: uma trajetória no tempo, no Centro de Arte Cambona 1984 - Ribeirão Preto SP - Gravadores Brasileiros Anos 50/60 Galeria Campus - USP-Banespa 1984 - Rio de Janeiro RJ - A Xilogravura na História da Arte Brasileira, na Funarte. Galeria Sérgio Milliet 1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal 1985 - Rio de Janeiro RJ - 8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ 1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no MAM/SP 1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1985 - São Paulo SP - Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP 1986 - Curitiba PR - Acervo do Museu Nacional da Gravura - Casa da Gravura, no Museu Guido Viaro 1986 - Rio de Janeiro RJ - Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial 1987 - Brasília DF - Missões 300 Anos: a visão do artista, no Teatro Nacional de Brasília 1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris 1987 - Rio de Janeiro RJ - Rio de Janeiro, Fevereiro, Março: do modernismo à geração 80, na Galeria de Arte Banerj 1987 - São Paulo SP - As Bienais no Acervo do MAC: 1951 a 1985, no MAC/USP 1988 - Lisboa (Portugal) - Pioneiros e Discípulos, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão 1988 - Porto Alegre RS - Missões 300 Anos: a visão do artista, no Centro Cultural da Universidade Federal do Rio Grande do Sul 1988 - Ribeirão Preto SP - Lívio Abramo, Iberê Camargo e Amilcar de Castro, na Casa da Cultura de Ribeirão Preto 1988 - Rio de Janeiro RJ - Missões 300 Anos: a visão do artista , na EAV/Parque Lage 1988 - São Paulo SP - MAC 25 Anos: aquisições e doações recentes, no MAC/USP 1988 - São Paulo SP - Missões 300 Anos: a visão do artista, no Masp 1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX , no MAM/SP 1989 - Rio de Janeiro RJ - Gravura Brasileira: 4 temas, na EAV/Parque Lage 1990 - Goiânia GO - 20 Anos do Museu de Arte de Goiânia, no Museu de Arte 1990 - São Paulo SP - A Coleção de Arte do Município de São Paulo, no Masp 1991 - Curitiba PR - Museu Municipal de Arte: acervo, no Museu Municipal de Arte 1991 - São Paulo SP - 21ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal 1991 - São Paulo SP - Registros e Impressões: artistas seminais, na Casa das Rosas 1992 - Curitiva PR - 10ª Mostra da Gravura Cidade de Curitiba/Mostra América, no Museu da Gravura 1992 - Rio de Janeiro RJ - Gravura de Arte no Brasil: proposta para um mapeamento, no CCBB 1992 - São Paulo SP - O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Mário de Andrade Atualizado em 27/04/2005
Fonte: Enciclopédia Virtual Itaú Cultural
- Peso (kg)
- 0,900

