Monica Nador "el sub re-che" (2007) Serigrafia 15/18 70x50
| Artista | Monica Nador |
| Nome da Obra | "el sub re-che" (2007) |
| Técnica | Serigrafia |
| Medida | 70x50 |
| Tiragem | 15/18 |
| Assinatura | ACID - assinado no canto inferior direito |
Biografia Mônica Panizza Nador (Ribeirão Preto SP 1955). Pintora, desenhista, gravadora. Forma-se na Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado, Faap, São Paulo, em 1983. Dois anos depois, freqüenta o curso de gravura planográfica com Regina Silveira (1939) na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ECA/USP. Realiza sua primeira exposição individual no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP em 1983. Em 1994, recebe uma bolsa de estudos da Mid-America Alliance e viaja para os Estados Unidos. De volta ao Brasil, recebe em 1999, a Bolsa Vitae de Artes, na área de artes visuais com o projeto Paredes Pinturas. Neste mesmo ano, desenvolve em conjunto com os moradores da Vila Rhodia, em São José dos Campos, São Paulo, o projeto Paredes Pintadas, que consiste na criação de desenhos em máscaras de acetato que são pintados nas casas do bairro. No ano seguinte obtém o título de mestre pela ECA/USP, com a dissertação Paredes Pinturas, sob orientação de Regina Silveira. Críticas "(...) nas telas de Mônica, em formatos minimalistas, retangulares, trapezóides, etc. de grandes dimensões, sobre as quais uma cerrada trama pictórica de tons intensos, o negro dominante, é elaborada obsessivamente com uma caligrafia controlada e regular. Uma pintura que não se oferece, mas antes solicita do espectador uma entrada em sintonia para sua sensibilização, inclusive ótica, para sua percepção. E, nessa aproximação do observador, um desvendar de espaços, através de frestas de luz, em delicadezas cromáticas no esgarçar da trama pictórica, se constitui em descobertas de deleite dirigido puramente visual". Aracy Amaral SEIS artistas. São Paulo: MAC/USP, 1985. "(...) De um lado, há as pinturas e desenhos resultantes de uma gestualidade presumidamente expressiva, convertida, entretanto, em operação monótona e quase mecânica (...) mas de outro há também as telas que recorrem à representação a partir de uma posição "fria", enquanto citação, a partir da inescapável bidimensionalidade da pintura, enfim. Alguns desses exemplares são, assim, indicadores de que a obra da artista vem se constituindo e afirmando sua importância ao longo dos anos 80, situando-se, inclusive, numa posição extremamente singular, caso se leve em conta a dominante neo-expressionista de grande parte da pintura nesta década. (...) O interesse mais imediato nesta obra da coleção do MAC reside no formato da tela, que parece impor à artista um fascínio maior enquanto forma do que como superfície de recobrimento da cor. Aqui a espessa trama em negro insistentemente reposta é o que reforça e identifica a investigação dos formatos. Trata-se talvez de uma expansão da superfície pictórica em direção a uma arquitetura do espaço na qual o objeto estético inevitavelmente se inscreve, um procedimento que leva o observador a hesitar entre os limites ideais do ´quadro´ e a captura integral de todas as relações que imediatamente se estabelecem no espaço e que lhe impõem uma nova escala". Marco Antonio Tabet/Sônia Salzstein Goldberg AMARAL, Aracy A. (org.). Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo: perfil de um acervo. São Paulo: Techint Engenharia: Ex Libris, 1988. Exposições Individuais 1983 - São Paulo SP - Desenhos, no MAC/USP 1987 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina 1988 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina 1990 - São Paulo SP - Arte Engajada, na Galeria Casa Triângulo 1994 - Dekalb (Estados Unidos) - Individual, na School's of Art Gallery, Northern Illinois University (em colaboração com James Lax) 1994 - Philadelphia (Estados Unidos) - Individual, na Nexus Foundation for Today's Art (em colaboração com James Lax) 1994 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Luisa Strina 1995 - Brasília DF - Individual, na Casa Thomas Jefferson (em colaboração com James Lax) 1995 - Curitiba PR - Individual, na Fundação Cultural de Curitiba (em colaboração com James Lax) 1995 - São Paulo SP - Individual, no CCSP (em colaboração com James Lax) 1996 - São Paulo SP - Parede para Nelson Leirner, no MAM/SP 2003 - São Paulo SP - Observações Sobre o Espaço e o Tempo, na Unicsul Coletivas entre 2000 e 2005 2000 - Belo Horizonte MG - Investigações. São ou Não São Gravuras?, no Itaú Cultural 2000 - Brasília DF - Investigações. São ou Não São Gravuras?, na Galeria Itaú Cultural 2000 - Curitiba PR - 12ª Mostra da Gravura de Curitiba. Marcas do Corpo, Dobras da Alma 2000 - Fortaleza CE - 26º Panorama de Arte Brasileira, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura 2000 - Havana (Cuba) - 7ª Bienal de Havana, no Centro de Arte Contemporáneo Wifredo Lam 2000 - Niterói RJ - 26º Panorama de Arte Brasileira, no MAC/Niterói 2000 - São Paulo SP - Diálogo: arte contemporânea Brasil/Equador, no Memorial da América Latina. Galeria Marta Traba 2001 - São Paulo SP - 27º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/SP 2001 - Washington (Estados Unidos) - Virgin Territory: women, gender, and history in contemporary brazilian art, no The National Museum of Women in the Arts 2002 - Londrina PR - São ou Não São Gravuras?, no Museu de Arte de Londrina 2002 - Rio de Janeiro RJ - 27º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/RJ 2002 - Salvador BA - 27º Panorama de Arte Brasileira, no MAM/BA 2002 - São Paulo SP - A Linha Como Estrutura da Forma, no MAM/SP 2003 - São Paulo SP - 2080, no MAM/SP 2003 - São Paulo SP - Meus Amigos, no MAM/SP 2003 - São Paulo SP - Ocupação Prestes Maia, na Av. Prestes Maia, 853 2004 - Rio de Janeiro RJ - Onde Está Você, Geração 80?, no CCBB
Atualizado em 08/04/2005
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