Olímpia Couto - Flores I Serigrafia 70x100 72/180
| Artista | Olímpia Couto |
| Nome da Obra | Flores I |
| Técnica | Serigrafia |
| Medida | 70x100 |
| Tiragem | 72/180 |
| Assinatura | ACID - assinado no canto inferior direito |
Olímpia Couto (Estrela do Indaiá MG 1947). Pintora, muralista e gravadora. Estuda na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Como assistente da gravurista Yara Tupynambá (1932) , executa os murais Gênesis, A Criação do Mundo, na Igreja de Ferros, MG, e Guerra e Paz, na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Em 1971, recebe o 1º prêmio de gravura no Salão do Artista Plástico Mineiro. Dois anos depois, realiza sua primeira exposição individual, em Belo Horizonte. Em 1979, seu trabalho é destacado em sala especial na Bienal Nacional, em São Paulo. Por volta de 1982, executa painéis para a Associação dos Servidores e para a Prefeitura da UFMG. Dez anos depois, na coletiva Eco Art, paralela ao encontro Eco 92, ganha a medalha de ouro. Em 1997, recebe o título de Personalidade Setor de Artes do Jornal MG Turismo, além de ganhar o Troféu Alto São Francisco. Críticas "Sei que deveria, nesta apresentação, falar da limpeza da cor e do domínio que demonstra agora, do arrojo das composições com cortes ousados e planos definidos, do requinte das modulações das cores, sinfonias harmônicas de verdes e rosas, mas a emoção maior de assistir sua plenitude presente, que comove meu coração, dá-me vontade de lembrar-lhe coisas muito mais importantes que a técnica e a estrutura composicional que você adquiriu ao longo dos anos de aprendizado e dura luta. Quero lembrar-lhe, Olímpia, que você é um dos elos de uma grande corrente começada em Florença, no Quatrocentto, com Fra Angelico e Boticelli e chegada à Minas pelas mãos de Guignard, representando algo bem maior que a técnica das transparências e do grafismo que caracterizaram a arte mineira: antes, a capacidade de ver a vida através da poesia das coisas, numa atitude reflexivamente poética que transcende o tempo, herança maior que Guignard nos legou". Yara Tupynambá OLÍMPIA Couto. Belo Horizonte: Galeria Guignard, 1982.
Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural
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