Ruben Ludolf - Espiral III Serigrafia HC 50x50

Ruben Ludolf  - Espiral III Serigrafia HC 50x50
Promoção

De: R$ 800,00
Por: R$ 760,00

 

Artista Rubem Ludolf
Nome da Obra Espiral III
Técnica Serigrafia
Medida 50 x 50
Tiragem HC
Assinatura ACID - assinado no canto inferior direito

 

 

Rubem Mauro Cardoso Ludolf (Maceió AL 1932). Pintor, arquiteto, paisagista. Forma-se pela Escola Nacional de Arquitetura da Universidade Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, em 1955. Nessa época, freqüenta as aulas de Ivan Serpa (1923 - 1973) no curso livre de pintura do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. Participa do Grupo Frente a partir de 1955. Integra-se ao movimento concretista, entre 1956 e 1957. Paralelamente a sua atividade como artista plástico, Rubem Ludolf atua como arquiteto, entre 1954 e 1990, no Departamento Nacional de Estradas de Rodagem - DNER, dedicando-se principalmente ao paisagismo. Participa de cinco edições da Bienal Internacional de São Paulo, entre 1955 e 1967, recebendo o prêmio aquisição dessa última; é um dos integrantes da sala especial Arte Construída: homenagem a Waldemar Cordeiro, exibida na 12ª edição da mostra, em 1973. Atualizado em 20/06/2007   "Apesar de os artistas concretos do Rio de Janeiro logo terem se desvinculado da ortodoxia do Grupo Ruptura de São Paulo, criando o movimento neoconcreto, Ludolf manteve-se fiel aos princípios teóricos que nortearam o manifesto paulista. Sua obra seguiu regularmente as questões das estruturas seriadas,dos efeitos ópticos orientados pela visão gestáltica do espaço, da cor programada. Para Rubem Ludolf, a superfície do quadro funciona como um campo de forças onde os elementos, dispostos dinamicamente, se atraem em jogos de ambivalências visuais. A mecânica rigorosa de ordenação das formas no espaço e o cromatismo também tratado linear e metodicamentede forma a estimular a percepção sensorial do espectador, são as constantes principais de seu trabalho. Nos anos 60, entretanto, Mário Pedrosa já observa, tanto em Ludolf quanto em Décio Vieira, uma certa libertação do dogmatismo concreto, afirmando que ´cada um à sua maneira, libertando-se dos rigorismos técnicos, das limitações dogmáticas, sem ortodoxias e sem falsos arrependimentos, mostram terem assimilado e guardado dessa tendência o seu sentido otimista e construtivo´ ". Ligia Canongia PROJETO Arte Brasileira: abstração geométrica 2. Rio de Janeiro: Funarte. Instituto Nacional de Artes Plásticas, 1988 Fonte: Itaú Cultural Comentário Crítico Na metade da década de 1950, Rubem Ludolf cria obras abstrato-geométricas, nas quais explora as estruturas seriadas, o ritmo e os efeitos óticos, como ocorre em Assimetria Resultante do Deslocamento Simétrico, 1955 ou em Quase Quadrado, 1957. Em Ritmo, 1958, a estrutura é dada pela linha, pela superposição dos planos e por elementos que tendem ao signo gráfico. Na década de 1960, passa a substituir o rigor concretista por uma pintura caracterizada por pinceladas que constroem tramas de cor. Na opinião do crítico Roberto Pontual, é pela cor que tudo começa na obra de Rubem Ludolf, aspecto pelo qual sua produção revela afinidades com o neoconcretismo, apesar de ter sido circunstancialmente ligado ao concretismo paulista, entre 1956 e 1957. O artista cria campos de forças onde os elementos, dispostos dinamicamente, se atraem em jogos de equivalências visuais. Em sua produção ocorre a rigorosa ordenação de formas e um apurado cromatismo, que estimulam a percepção visual do espectador. Como nota o crítico Mário Pedrosa (1900 - 1981), em 1965, seus trabalhos são de grande delicadeza tonal, com tramas que se superpõem a ponto de formar, em certas telas, um terceiro plano, posterior. São essas tramas que caracterizam particularmente seu trabalho. Para o crítico Frederico Morais, as Tramas resultam de uma interligação de escritas ou de signos gráficos superpostos, que formam tessituras, nas quais explora os jogos de profundidade e vazio. O próprio movimento do espectador diante dos quadros, aproximando-se ou distanciando-se, cria novas vibrações cromáticas e novas descobertas para o olhar. Na definição do próprio artista, seu trabalho consiste em "pintar a tela em branco como quem escrevesse com a cor, formando frases em pinceladas ordenadas ora num sentido, ora noutro, nunca a esmo. Continuar pintando (escrevendo) até que as tramas, labirintos, claro-escuros, signos tomem forma e comecem a respirar".1 No fim da década de 1980, sua obra volta a apresentar características construtivas, em cujas telas a ordenação cromática ocorre por meio de faixas horizontais. Notas 1 Citado em LUDOLF, Rubem. Rubem Ludolf: Rio de Janeiro: Galeria de Arte Centro Empresarial Rio, 1987; p. n. numeradas. Atualizado em 20/06/2007 Fonte: Itaú Cultural   Exposições Individuais 1958 - São Paulo SP - Individual, na Galeria de Arte da Folha 1959 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte do Ibeu 1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria de Arte do Ibeu 1973 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino 1983 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha 1985 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Saramenha 1986 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Paulo Klabin 2002 - Rio de Janeiro RJ - Cor e Rigor, no MNBA 2003 - São Paulo SP - Individual, no Centro Cultural Maria Antonia 2003 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Estúdio Guanabara   Atualizado em 06/04/2005 Fonte: itaú Cultural

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